segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Enfim, chegou!



Enfim chegou o meu tão desejado "A mulher do viajante no tempo". Aproveitei que tinha um bônus para resgatar na Livraria Saraiva e comprei o livro que estava em primeiro lugar na minha "wish list". Tenho visto bastante elogio sobre ele, ainda estou no comecinho mas parece ser muito bom. Infelizmente minhas provas começam essa semana então não poderei ler tanto quanto gostaria..tipo em um ou dois dias..rs..
Comprei também esse outro livro que estava de olho faz tempo:



Uma Vida Extraordinária - Diana Athill. Sinopse:



"Um livro raro à disposição do leitor brasileiro. Esta é melhor definição para Uma Vida Extraordinária.Vencedor de um dos mais importantes britânicos - o Costa Book Awards - na categoria biografia, o livro é um relato de uma senhora de noventa anos, que se não bastasse o fato de ser uma das mais importantes editoras de livros da Inglaterra, construiu uma trajetória pessoal interessantíssima.

Nascida em 1917, Diana foi funcionária da BBC na Segunda Guerra. Em sua longa carreira de editora trabalhou com autores do calibre de Elias Canetti, Philip Roth e John Updike, ajudando André Deutsch a consolidar a empresa que levava seu nome, uma das mais prestigiosas casas editoriais de seu país.

Ao criar, pela franqueza de suas memórias, uma vasta reputação como escritora, ela descreve de maneira honesta as perdas e ganhos que a velhice traz, resgatando, nesta pequena grande obra, algo muito além de revelações sobre o mundo dos escritores. Repleta de passagens em que fica nítido seu talento em romper tabus, Uma vida extraordinária traz à tona relações e afetos que fogem aos padrões preconcebidos, a arte de exercitar a serenidade diante de relações amorosas, a obstinada fuga dos estereótipos e a confiança de que os laços afetivos mais importantes se sustentam simplesmente pelo que são.

Primeiro livro da memorialista, lançado no país, Uma Vida Extraordinária é um singelo e emocionante relato de alguém que se entregou à existência de modo absolutamente único. "

Vai ser o próximo que lerei.

sábado, 21 de novembro de 2009

Minha biblioteca

Estou tentando aos poucos organizar meus livros; está difícil pois precisaria de outra estante, já tem muito livro empilhado e uns por trás dos outros. Esta é minha estante:






Tirei fotos de cada prateleira, algumas sairam meio fora de foco pois quis tirar bem de perto. Ainda não consegui escolher um critério para organizar meus livros; alguns ficam meio sem "turma" e enfiados no meio dos outros.



Livros da Coleção Grandes Pintores




Livros da Coleção Grandes Clássicos




Literatura Brasileira (Clarice Lispector, Lya Luft, Drummond..)



Ainda Literatura Brasileira


Livros sobre moda, estilo, beleza..


Relatos de vida, biografias..


Romances


Mais romances


Mil e uma noites/Coleção Folha de São Paulo


Coleção Folha/Vários


Mais biografias (amo!)


Miscelânea


Vários


Filosofia/História/Relatos


Auto ajuda/Filosofia



Gravidez/Educação/Auto ajuda

Ainda tem muito livro emprestado e algumas prateleiras tem duas fileiras de livros...sonho em ter um escritório com estantes do chão até o teto..será que consigo??

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Um gato (gata) entre livros (revistas)









A gata puxou a dona o vício em "leitura"...rs..olha só que lugarzinho confortável Marie arrumou para passar o dia. Não é linda??

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Uma Lição de Amor



Ontem assisti o filme "Uma Lição de Amor" que é a adaptação do livro "Desculpa se te chamo de amor" de Federico Moccia. Já fiz um post sobre o livro e lá havia falado do filme. Não imaginei que iria achar tão fácil na locadora aqui da roça, mas achei!
Gostei do filme, achei bem parecido com o livro e melhor ainda, sem aquela enrolação das tramas paralelas. O ator que fez Alex é muito bonito mas achei que a atriz que fez Nikki deveria ser mais nova...e engraçado, eu a imaginava loira!! Vale a pena assistir, só acho que nada melhor do que ler um livro e criar na nossa imaginação, os personagens. A trilha sonora é lindíssima, já baixei.
Agora, sinceramente...por que mudar o título??? Eu ainda quero descobrir quem é o gênio que bola as versões de títulos de filmes...esse título líndo em italiano - Scusa se ti chiamo amore - vira "Uma lição de amor"...tenha dó!


Aqui está o trailer do filme:

Meu cantinho da leitura



Gosto de ler em quase todos os lugares, só não consigo mais ler em movimento, passo muito mal...antigamente (antes do 30) conseguia ler um livro inteiro se a viagem fosse longa, agora, só de ler a capa de um livro ou revista, já dá enjôo.
Em casa, tenho meu cantinho favorito de leitura - no meu quarto, na minha cama. Ao lado, tenho um criado-mudo com os "materiais" necessários: livros (obviamente), revistas (também sou viciada, leio umas cinco ou seis por mês), corrupio (caderninho de anotações)  para anotar trechos interessantes lidos ou ideias para o blog, lápis e uma luminária portátil que é muito útil quando quero varar a madrugada sem incomodar ninguém com a claridade. Este é o meu cantinho:







quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Minha vida de menina - Helena Morley


Acabei de ler ontem, que livro mais gostoso de ler...já havia falado sobre ele brevemente nest post aqui , agora vou falar mais. Sinopse:

"Aclamado por escritores como Carlos Drummond de Andrade e João Guimarães Rosa, analisado a fundo por críticos como Roberto Schwarz e Alexandre Eulálio, Minha vida de menina é o diário de uma garota de província do final do século XIX. Publicado pela primeira vez em 1942, antecipa a voga das histórias do cotidiano ao traçar um retrato vivo e bem-humorado da vida em Diamantina entre 1893 e 1895. Da estagnação econômica provocada pelo declínio da mineração ao surgimento de inúmeras modalidades de trabalho entre a escravidão e o regime salarial, a pequena Helena Morley (pseudônimo de Alice Dayrell Caldeira Brant) compõe um painel multicolorido de um momento histórico singular no Brasil, ao mesmo tempo em que revela as inquietações típicas de uma adolescente."

Quando Helena era criança, seu pai aconselhou-a a escrever um diário sobre seu dia-a-dia; ela seguiu o conselho do pai e escreveu esse diário entre os doze e quinze anos, anotando comentários sobre a família e também sobre a vida da cidade, seus costumes, relações sociais e contradições.

Nesse momento da vida, Helena é magra, desengonçada, e sardenta: se acha feia. Não é boa aluna, nem comportada como sua irmã Luizinha; seu apelido é "Tempestade". Mas Helena, como nenhuma outra garota de Diamantina, escreve. É moleca, arteira, cheia de opiniões, sem papas na língua e é muito divertido vê-la narrando um dia-a-dia tão diferente do nosso de um jeito tão leve e despretencioso. E sempre com muita franqueza:

"Não sei por que até hoje todo o mundo diz que tinha pena dos escravos. Eu não penso assim. Acho que se fosse obrigada a trabalhar o dia inteiro não seria infeliz. Ser obrigada a fica à toa é que seria castigo para mim."

Outra:

"Padre Neves me disse outro dia, quando lhe contei que um primo me havia dito que o homem vem do macaco, que é um grande pecado ouvir essas coisas. Eu não tinha visto, na História Sagrada, a história de Adão e Eva? Eu calei. Mas se Padre Neves conhecesse o macaco que tem aqui na vizinhança, até ele era capaz de acreditar. Esse macaco é mais inteligente do que muitos meninos que eu conheço."


O livro foi traduzido para o inglês por Elizabeth Bishop e chegou a despertar dúvidas sobre a idade da autora ao escrevê-lo. À suspeita de que teria sido escrito na maturidade, Guimarães Rosa contestou que, neste caso, não conhecia em nenhuma outra literatura "mais punjante exemplo de tão literal reconstrução da infância"  Foi adaptado para o cinema em 2004 com Ludmila Dayer interpretando Helena. Assisti e é uma graça. Só que mostra bem mais do que o livro, que termina de repente, sem dizer o que acontece dali em diante. Só assistindo ao filme para saber.


Promoções de Livros na Fnac



Parece que as livrarias virtuais resolveram seguir o Submarino com ótimas promoções na seção de livros. Agora chegou a vez da Fnac. Livros ótimos com preços de R$ 9,90; R$ 14,90; R$ 21,90 e vários com 50% de desconto. Dessa vez eu só olhei e já sai rapidinho..
Ah, e tem o novo livro do Dan Brown, O símbolo perdido, por R$ 29,90. Nem sei se está caro ou barato..

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Livros de Marian Keyes em promoção na Livraria da Folha

Para quem gosta dos livros de Marian Keyes e ainda não tem todos, aproveitem a promoção (?) no site da Livraria da Folha. Coloquei esse ponto de interrogação entre parênteses porque não acho que essa redução de preço seja considerada "promoção". Dá para achar mais barato...mas vamos aos preços:






Casório?!" - de R$ 59,00 por R$ 47,20





"Um bestseller para chamar de meu" - de R$ 69,00 por R$ 55,20




"É agora..ou nunca!" - de R$ 59,00 por R$ 47,20




"Férias!" - de R$ 57,00 por R$ 45,60




"Los Angeles"  - de R$ 57,00 por R$ 45,60




"Melancia" - de R$ 57,00 por R$ 45,60




"Sushi" - de R$ 59,00 por R$ 47,20




"Tem alguém aí?" - de R$ 59,00 por R$ 47,20


 
O último foi o único que ainda não li. Não tenho nenhum, li os outros emprestados de uma locadora de livros.

Projeto Releituras



Projeto Releituras - "Os melhores textos dos melhores escritores"

Há muito tempo acesso o site Projeto Releituras. É um site criado por Arnaldo Nogueira Jr. onde se pode encontrar biografias e  textos de escritores famosos e também de novos escritores. Sempre que estou atrás de um texto, ou informações sobre algum escritor, dou um pulinho lá. Vale a pena!

Um exemplo, da minha escritora favorita - Clarice Lispector

Sobre a Escrita...Clarice Lispector




Meu Deus do céu, não tenho nada a dizer. O som de minha máquina é macio.
Que é que eu posso escrever? Como recomeçar a anotar frases? A palavra é o meu meio de comunicação. Eu só poderia amá-la. Eu jogo com elas como se lançam dados: acaso e fatalidade. A palavra é tão forte que atravessa a barreira do som. Cada palavra é uma idéia. Cada palavra materializa o espírito. Quanto mais palavras eu conheço, mais sou capaz de pensar o meu sentimento.
Devemos modelar nossas palavras até se tornarem o mais fino invólucro dos nossos pensamentos. Sempre achei que o traço de um escultor é identificável por um extrema simplicidade de linhas. Todas as palavras que digo - é por esconderem outras palavras.
Qual é mesmo a palavra secreta? Não sei é porque a ouso? Não sei porque não ouso dizê-la? Sinto que existe uma palavra, talvez unicamente uma, que não pode e não deve ser pronunciada. Parece-me que todo o resto não é proibido. Mas acontece que eu quero é exatamente me unir a essa palavra proibida. Ou será? Se eu encontrar essa palavra, só a direi em boca fechada, para mim mesma, senão corro o risco de virar alma perdida por toda a eternidade. Os que inventaram o Velho Testamento sabiam que existia uma fruta proibida. As palavras é que me impedem de dizer a verdade.
Simplesmente não há palavras.
O que não sei dizer é mais importante do que o que eu digo. Acho que o som da música é imprescindível para o ser humano e que o uso da palavra falada e escrita são como a música, duas coisas das mais altas que nos elevam do reino dos macacos, do reino animal, e mineral e vegetal também. Sim, mas é a sorte às vezes.
Sempre quis atingir através da palavra alguma coisa que fosse ao mesmo tempo sem moeda e que fosse e transmitisse tranqüilidade ou simplesmente a verdade mais profunda existente no ser humano e nas coisas. Cada vez mais eu escrevo com menos palavras. Meu livro melhor acontecerá quando eu de todo não escrever. Eu tenho uma falta de assunto essencial. Todo homem tem sina obscura de pensamento que pode ser o de um crepúsculo e pode ser uma aurora.
Simplesmente as palavras do homem.

Texto extraído do site "Sobrado".




segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Agradecimento





Gostaria de agradecer a todas as pessoas que me avisaram da dificuldade de comentar no meu blog. Parece que o problema foi resolvido..assim espero! Obrigada! E continuem comentando..rs

Nova reunião - Carlos Drummond de Andrade

Lançamento da Editora BestBolso, do Grupo Record:
Esta Nova reunião resgata a seleção de poemas que Carlos Drummond de Andrade publicou originalmente pela José Olympio em 1969. A obra foi posteriormente ampliada pelo autor e reeditada com 19 livros (1983). Agora são 23 livros de poesia compilados em 3 volumes, um convite irrecusável para a leitura (ou releitura) da mais pura e luminosa poesia drummondiana.




VOLUME 1, Oito livros de poesia: Alguma poesia – Brejo das almas – Sentimento do mundo – José – A rosa do povo – Novos poemas – Claro enigma – Fazendeiro do ar





VOLUME 2, Seis livros de poesia: A vida passada a limpo – Lição de coisas – A falta que ama – As impurezas do branco – A paixão medida – Boitempo I









VOLUME 3, Nove livros de poesia: Boitempo II – Boitempo III e SELEÇÃO DOS LIVROS: Viola de bolso – Versiprosa – Discurso de primavera e algumas sombras – Corpo – Amar se aprende amando – O amor natural – Farewell



Amo Drummond e adorei essa coleção, principalmente porque o preço é bem acessível (R$ 14,90 cada livro).

domingo, 15 de novembro de 2009

Meu reino por um cashmere - Ana Cristina Reis


Faz muito tempo que eu estava de olho neste livro...logo que me cadastrei no site Trocando Livros eu achei esse livro para trocar e solicitei. Infelizmente, a digníssima pessoa que possuia o livro desistiu de envia-lo, ou esqueceu, sei lá..
Ficou tempo na minha Wish List até que achei um exemplar para vender por R$ 5,00 no site Estante Virtual e não resisti: tive que comprá-lo!
Bem, vamos a sinopse (Submarino):
"O que deseja uma mulher nem Freud soube responder com precisão, ainda mais por quem, ou que aventura, ela trocaria seu reino - por um homem, uma viagem a Paris, lagostins regados a cheval blanc ou por um belo cashmere. Bem, diria você - depende. É o que também afirma Ana Cristina Reis, esta jornalista que edita um caderno de moda, viaja para todos os cantos do mundo e entende como ninguém de gastronomia.
Ana é um pouco menos atrevida do que as personagens de Sex and the city, o que a torna bem mais real - exatamente como qualquer uma de nós, mulheres que têm lá suas inseguranças, sonhos e uma imaginação lasciva. Pensar não é pecado. E sobre o que ela verdadeiramente pensa é que escreve neste livro. Sobre a vontade que às vezes bate de voltar ao passado, ou de chegar ao futuro mais rápido - enquanto permanece o profundo desejo de encontrar alguém, em algum lugar do presente.
Apaixonar-se por um italiano desconhecido numa varanda em Florença; comprar jeans Moschino e perfume Fendi; deliciar-se com trufas brancas num chalé das montanhas; encontrar a mais bela torneira para a pia da cozinha; sair com as mesmas amigas para o mesmo restaurante para tomar o mesmo vinho; encontrar um piso pra sala que lembre o de uma antiga fazenda: o chão do loft como retrato de sua alma, entende?
Sobre estas obsessões mais ou menos simples é que Ana Cristina caminha, de preferência sobre as sandálias Manolo Blanik - sim, nesta questão específica, ela é igual a Carrie, de Sex and the city. Em muitas outras também, diga-se de passagem, já que as aventuras das quatro nova-iorquinas foram acompanhadas por Ana e suas amigas, e guardadas distâncias, salários e temperatura ambiente, até que o grupo brasileiro reproduz com estilo as loucuras das americanas."

Eu realmente me confundi com a descrição do livro..achei que fosse um romance, tipo Bridget Jones ou outro desse tipo. Como tenho comprado muito livro pela internet, não tenho mais a oportunidade de folhear o livro, ler um pouco da história, daí acontece isso. Na verdade, são deliciosas histórias vividas pela escritora e também observações sobre relacionamentos, amizades, viagens, a procura do "homem ideal", etc.
E ela é divertidíssima..já dá para ver pelo subtítulo: "as obsessões de uma mulher nada básica." E ela  tem cada tirada..como essa:
 
"Três bilhões de anos de evolução e eles (os homens) ainda não sabem que mulher gosta mesmo é de romance, e geralmente do tipo mais simples: atenção e conversa fiada."
 
O texto "Cashmere Preto" esplica o porquê do título: o cashmere é o curinga da mulher, todas deveriam ter um.
Uma curiosidade: Ana Cristina Reis é bisneta de Helena Morley que escreveu "Uma vida de menina" e que estou lendo agora. Depois conto desse livro. O filme é muito bom.
 

sábado, 14 de novembro de 2009

Desculpa se te chamo de amor - Federico Moccia



Vou confessar: enrosquei no começo desse livro e a leitura não ia para frente de jeito nenhum! Ouvi falar tão bem dele e estava morrendo de curiosidade. Sinopse (Livraria Cultura):

"Niki é uma bela garota, é divertida, é inteligente. Tem 17 anos. Alex é um 'garoto' de quase 37. Separou-se há pouco, e sem uma razão clara, de sua noiva. Publicitário com grandes responsabilidades, vê-se em crise no trabalho. Os dois se cruzam casualmente num pequeno acidente de trânsito. Niki gosta de Alex, Alex acha Niki divertida. A relação fica cada vez mais intensa. Não querem deixar a diferença de idade atrapalhar. O mundo dos adolescentes se choca com o dos adultos. Mas a vida dos dois nunca mais será a mesma. Este romance é a vontade de reencontrar a própria liberdade, a vontade de ter sentimentos verdadeiros, de amar sem convenções e sem muitos porquês. É o cotidiano, mas também o sonho."

Sobre o autor:

Federico Moccia é um verdadeiro fenômeno. Ele publicou seu primeiro livro, Trè metri soppra il cielo (Três metros acima do céu), em edição própria, em 1992. O sucesso foi imediato e ainda hoje ocupa as listas de mais vendidos, ultrapassando a marca de 1,3 milhão de cópias. Em 2006, saiu Ho voglia di te (Tenho vontade de ti).


Depois, a leitura fluiu...é um livro gostoso de ler, moderno, atual. Apenas achei comprido demais, a estória poderia ser contada com metade das páginas. Bem pop, com muitas citações: músicas, filmes, cantores, etc.
Vi no Blog Lost in Chick-Lit que o livro já virou filme com o nome de "Uma lição de amor". Vou procurar nas locadoras, se bem que sempre me desaponto com as adaptações.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Lygia por Lygia

Assisti ao programa da Cultura sobre a vida e obra de Lygia Fagundes Telles e amei. Foi excelente. Quem não viu e tiver acesso a SescTV, poderá assisti-lo no dia 7 de dezembro, às 23 horas. Como já havia dito no outro post, o programa misturou interpretações das atrizes Eva Wilma e Regina Braga, e do ator Luciano Chirolli, com depoimentos inéditos de Lygia Fagundes Telles.
Lygia escreveu seus primeiros contos com apenas oito anos; disse que antes mesmo de ler já inventada histórias e guardava em sua mente. Seu primeiro romance publicado foi "Ciranda de Pedra", em 1954. Tem 86 anos e 28 livros publicados. Cursou faculdade de Direito, Educação Física, serviu ao exército e também atuou no teatro. Sofreu muito preconceito por ser mulher e escritora: "Sou escritora e sou mulher. Ofício e condição humana duplamente difíceis de contornar." Era feminista mesmo sem saber.
Começa a respeitar sua obra a partir do primeiro romance, em 1954: "O resto tudo são juvenilidades que apaguei de minha obra."



Lançou os primeiros livros em livrarias. Em um dos lançamentos entraram três escritores (ela não cita nomes), e um deles disse:" Escuta, Lygia, você é bonita, tem bonitas pernas, então para que esse negócio de escrever? Isso é coisa para homem. Você tem que ser bonita e chega." Chorando, ela respondeu: "Eu acredito que tenho uma função, acredito na minha carreira, que é justamente a minha vocação. Eu fui chamada para escrever."  E no depoimento, acrescenta: " Fui muito agredida, mas foi muito bom, porque nessa agressão eu criei forças."




Que mulher! Imaginei o que deve ter sofrido com o preconceito na época! Era muito linda quando jovem e continua elegantíssima e chic..e que pele maravilhosa!
Gostei muito duas frases:


"No dia em que o Brasil tiver mais escolas, terá menos hospitais e menos cadeias. " Frase escrita na época da faculdade de Direito e que continua válida até hoje.


" Não quero ser compreendida
Quero ser amada
Quero que meu leitor seja meu parceiro e
cúmplice no ato criador
que é ansiedade e sofrimento". Frase dita a um estudante que disse não compreender seus textos.

Promoção no site da Livraria Saraiva




Só hoje na Saraiva: frete grátis na compra de dois ou mais livros ou DVDs.
Preciso ficar longe do computador hoje, ou esconder meu cartão de crédito!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Um Leão Chamado Christian




Quando esse livro foi lançado, não me interessei muito. Achei que fosse parecido com aquele livro "Um Dia Daqueles" com fotos de animais e frases. Daí li em algum blog uma resenha e fiquei curiossíssima para ler.
Sinopse do livro (Submarino);
 "Um vídeo de apenas dois minutos exibido no YouTube transformou Um leão chamado Christian num dos maiores fenômenos da internet de todos os tempos. Em um mês, nada menos do que 4 milhões de pessoas assistiram e repassaram o filme que resume a inacreditável história de dois rapazes que se encantaram por um filhote de leão à venda num dos lugares mais improváveis do mundo, a sofisticada loja Harrod´s de Londres, e o criaram como um bichinho de estimação. Ao perceber seu erro, moveram mundos e fundos para devolvê-lo à África. É lá, em plena selva, que vivem um reencontro emocionante.

As cenas de Christian já crescido e adaptado à vida selvagem, correndo para rever seus antigos donos, a quem recebe com a felicidade de uma criança que reencontra seus pais, rodaram o mundo. E despertaram a curiosidade em torno da inusitada história deste animal, capaz de demonstrar como ninguém como os laços de amor têm o poder de superar o tempo e a distância. "

A primeira coisa que fiz antes de ler o livro foi ver o vídeo. E chorei feito uma boba. Eis o video:






Muito lindo!! Eu adoro felinos de um modo em geral (tenho quatro gatos no momento) e achei o filhote muito fofo.






O livro é super gostoso de ler, li em um dia. Só nos anos 70 para acontecer uma coisa dessa: comprar um leão e sair carregando-o na rua..rs